Talvez vocês já tenham percebido que eu amo essa frase de Santa Teresinha. Sim, amo!
Porém, venho refletindo se tenho permitido que essa frase entre e faça verdadeiramente sentido em mim. Naquilo que escuto sobre mim e deixo que me afete, naquilo de bom que deixo de fazer por receio… Será que realmente temos nos preocupado com quem realmente importa? Com aquilo que realmente importa, mesmo nas coisas que parecem bobas?
Esses dias, conversando com minha mãe, disse que gostaria de usar chapéu — daqueles bem retrô e elegantes —, mas que as pessoas me achariam maluca. Mas e daí? Eu estaria ofendendo alguém? Estaria me machucando? Comentei também que gostaria de usar um colar de pérolas que nunca consegui usar por “não estar na moda”, mas a última coisa que devo me importa hoje é estar ou não na moda. E, pensando muito sobre o assunto, lembrei da frase de São Carlo Acutis: “Todos nascem originais, mas muitos morrem como fotocópias”.
Então, se eu sou aquilo que Deus pensa de mim, e para Deus eu sou única, por que devo me forçar a ser igual? Por que devo tentar ser o que não sou para agradar terceiros?E foi assim que dei uma limpa no meu guarda-roupa, deixando apenas aquilo que realmente me agrada, aquilo que espelha minha essência, aquilo que realmente revela quem eu sou: filha de Deus e amada. Aquilo que, ao olhar, vai me trazer alegria.
É tão lindo como Deus se revela nos pequenos detalhes… e é ali que O encontramos.
Curiosidade: essas fotos foram tiradas em um passeio escolar, da escola onde trabalhei ano passado(foi o meu trabalho preferido), fomos para o sítio arqueológico de São José em Itaboraí, lá foi encontrado fósseis da preguiça gigante, tem uma lagoa linda onde era retirada a matéria prima para fazer o cimento, tem algumas trilhas, o espaço é lindo, da para fazer piquenique, indico entrar em contato com os responsáveis antes de ir!
Até a próxima, beijos!














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